Feed on
Artigos
Comentários

… E, talvez, inevitável.

Assisti hoje ao filme “Uma Verdade Inconveniente” (A Inconvinient Truth) do Al Gore.

Com certeza o filme consegue passar uma idéia da culpa que esta sociedade moderna (ou contemporânea, sei lá) tem no fenômeno do Aquecimento Global. E, definitivamente, algumas partes (aquelas em que Al Gore fala sobre sua vida) foram feitas, propositadamente, para “fisgar” as pessoas pela emoção, ou seja, tentando emocionar para chocar, chacoalhar e fazer-las agir.

Acredito no que Al Gore demonstra e diz em seu filme, ou melhor, compreendo através da observação do mundo como está hoje, o que está acontecendo, comparando com o que NÃO acontecia há alguns anos atrás.

Tudo é verdade (é fato): as geleiras estão derretendo; o nível dos mares já estão subindo (é só ver quantas cidades litorâneas já foram parcialmente engolidas pelas águas do mar); mais tempestades e furações estão acontecendo, bem como maremotos (tsunamis); as queimadas das matas; o calor cada dia maior; e tantos outros efeitos do aquecimento global. Apenas um ignorante não perceberia o que JÁ ESTÁ ACONTECENDO. É só abrir a Folha de São Paulo e procurar a Folha Ambiente. Sempre há uma notícia de algum desastre pelo mundo (efeito do aquecimento global).

É só juntar as “peças” (espalhadas pelo globo) e se dar conta da realidade que estamos vivendo. E assim, quando percebemos esta realidade tão enorme, tão maior do que eu, você ou ele, sentimo-nos pequenos, sentimos que nada podemos fazer a não ser seguirmos com nossas vidas.

Talvez seja utópico pensar que as pessoas se conscientizarão e salvarão o mundo.

Acredito que seja menos utópico que esta sociedade, da forma como  a conhecemos (a maneira como pensamos e agimos, principalmente em relação ao outro, à natureza e ao planeta) deverá acabar, morrer, terminar um ciclo para que outro se inicie. Nesse processo, muitos morrerão. Eu diria que a população mundial será reduzida para um terço (1/3) do que é hoje, daqui a 50 anos (talvez menos, talvez mais) e que estas pessoas que sobreviverem, serão aquelas que estiveram mudando sua forma de se relacionar com o meio ambiente como um todo (planeta, natureza, animais e pessoas) e que estabelecerão uma nova sociedade (nova cultura, nova forma de agir em relação aos outros, aos animais, às plantas, etc) e que começarão uma nova era para o planeta terra.

De tudo o que já li e ouvi, esta é a opinião que formei e acredito muito nisso.

E não digo que estarei entre estas pessoas, não. Talvez a minha filha ou a filha dela… ou não.

“Existem consequências que podemos prevenir. Existem consequências que podemos amenizar. E existem consequências que NÃO podemos evitar.” Smaily Prado

E o aquecimento global é algo que teremos que sofrer, para que a humanidade aprenda, pela dor (já que não aprendeu pelo amor), que o planeta também é um ser vivo e que se não é bem tratado, não retribuirá com benevolência.

Recomendo a você que assista ao filme de Al Gore e tire sua próprias conclusões.

Observe o mundo ao seu redor.

Estamos vivendo o fim de séculos de desgraças, guerras, ignorância e intolerância. Não há volta, não há remédios, apenas consequências. A humanidade como conhecemos irá MORRER, de uma doença chamada FALTA DE RESPEITO por si, pelos outros e pelo planeta.

O texto abaixo é de minha autoria, Smaily Prado. Escrevi-o inspirado pelo texto “Só porque criou o mundo pensa que é Deus”, de Henrique Szklo; e de uma conversa com um colega de trabalho.

Aliás a Academia de Criatividade e o Ópera Bufa são sites que vocês deveriam conhecer. O primeiro é bem criativo e o segundo é muito engraçado! E não deixe de conferir as Camisetas Autodestrutivas do Doutor Carneiro, são ótimas!

Segue o meu texto:

_______________________________________________

No Princípio era a Matemática…

Por Hum-Ano Indignado.

Antes mesmo de Deus existir, a Matemática já existia. No princípio de tudo eram números. Quando ocorreu o Big Bang, que foi um erro numa fórmula matemática gigantesca, a explosão formou Deus pelo embaralhamento de algumas funções muitíssimo complicadas.

O fato é que Deus viu-se sozinho no espaço, sem mais nada para fazer além de observar fórmulas matemáticas, equações, funções e matrizes flutuando no Universo Vazio. Decidiu então aprender a utilizar a Matemática para criar alguma coisa.

Começou criando estrelas, ou sóis, se preferir. Porque elas eram relativamente (pois tudo é relativo, até a Matemática) fáceis de criar. Precisava-se apenas de alguma geometria (para fazer a esfera), alguns cálculos de energia bem simples (E=MC²) e algo de movimento. Escolher o local onde ela ficaria e pronto! Estava pronta uma estrela novinha brilhando alegremente (figurativamente falando, porque uma estrela não fica “alegre”) no espaço.

Ele (Deus), criou muitas e muitas estrelas até que enjoou. Já estava de saco cheio de fazer “estrelinhas”, queria algo diferente agora. Então baseada na fórmula da estrela, retirou o brilho e começou a inserir pequenos cálculos dentro do cálculo maior da esfera, o que resultou em diversas modificações tanto na superfície da esfera quanto em seu interior. Assim que finalizou esta esfera modificada, sentiu-se muito satisfeito e então parou, por algumas centenas de anos (que para Ele foram minutos) e traçou um Plano Grandioso em sua mente.

Dentro desse Plano Grandioso, haveriam estas esferas modificadas e sem brilho, que chamara de Planetas, por serem Planos Pequenos (que mais tarde conteriam outras fórmulas do seu Plano Grandioso, mas em menor escala).

Fizera incontáveis Planetas. Colocou-os em seus lugares, com muito cuidado e observou sua obra. Via os Planetas e as Estrelas girando sob si mesmos no mesmo lugar, enquanto as fórmulas matemáticas flutuavam para lá e para cá, sem ordem nenhuma, mas com bastante movimento. Teve a idéia de colocar suas criações esféricas para rodar. Mas rodar para onde? E com que intuito. Refletiu mais algumas centenas de anos (lembre-se: eram segundos para Ele). Chegou à conclusão de que os Planetas rodariam em volta das Estrelas, pois quando as luzes das estrelas batiam nas superfícies dos Planetas, refletiam imagens disformes no negro Universo, deixando-o “bonitinho” igual quarto de criança. As imagens refletidas giravam e giravam, entretendo Deus por milênios (que para Ele eram apenas horas).

Mas (como era de se esperar) Ele se cansou do gira-gira das luzes e continuou seu plano.

Você deve estar se perguntando? E quando Deus criou as Luas? Há! Deus não criou as Luas! Pelo menos não propositadamente. As Luas, assim como os asteróides, são restos de Planetas que explodiram quando Deus errava os cálculos matemáticos e não queria ficar procurando onde estava a falha. Ele deixava tudo flutuando no espaço. Não se importava com a sujeira do local (também pudera, Ele não tinha mãe pra reclamar da sujeira e mandar Ele limpar!).

Deus começou a trabalhar na parte mais interessante de seu Plano Grandioso: Seres Vivos. Começou com cálculos simples, funções de primeiro grau, e assim conseguiu protozoários e amebas. Acrescentando funções de segundo grau, criou insetos. Aumentando o tamanho dessas funções, conseguiu animais. Pela variação de X e Y elaborou vários tipos de animais, até que começaram a ser tantos que teve que criar classificações para encontrá-los com maior facilidade. Esses Seres Vivos foram colocados em vários Planetas. Mas eles não duravam alguns dias (que para Ele eram milésimos de segundo) e morriam. Várias e várias vezes Deus revisou seus cálculos várias e várias vezes. Não encontrou nenhum erro em seus cálculos. Porém, percebeu que a fórmula que havia criado os Seres Vivos era uma fórmula finita, ou seja, ia se desgastando rapidamente até sumir.

Realizou, inúmeros teste com outras fórmulas, mas aquelas eram as únicas que faziam Seres Vivos da forma como queria. No princípio se entristeceu com o problema que não seria resolvido. Depois, começou a sentir alegre novamente. Teve uma idéia! Talvez se a fórmula fosse constantemente reforçada os Seres Vivos viveriam mais! Foi disso que surgiram os alimentos, ou melhor, foram matematicamente calculados para reforçar, ou seja, realimentar a fórmula dos Seres Vivos, mantendo-os vivos por um tempo maior (que para Deus era ainda muito pouco, mas que proporcionalmente ao tamanho dos seres vivos, era suficiente).

Precisou ensinar aos primeiros seres a importância de absorverem (comerem) as Fórmulas de Reforço (alimentos). E assim, foi gerenciando vários Planetas, que de vez em quando paravam de girar ao redor das Estrelas, tendo que rever ou fazer ajustes em seus cálculos para voltarem a girar.

Acompanhava cada Ser Vivo do Universo, cada Planeta, cada estrela. Não entendia como, mas de alguma forma, todas as fórmulas matemáticas estavam encadeadas, como uma teia de aranha colossal feita de cálculos matemáticos.

Passados alguns anos (que para Ele eram segundos) percebera que o número de Seres Vivos estava diminuindo e ele começava a ficar chateado por precisar calcular mais e mais Seres Vivos. Voltou a seus estudos e cálculos, fez pequenos ajustes nos Seres vivos para que eles pudessem, ao combinar suas fórmulas (em casais – foi aqui que ele diferenciou macho e fêmea), produzirem novos Seres Vivos, com fórmulas novas, sem que Ele precisasse desenvolver mais e mais animais. Agora eles se renovavam (reproduziam) por conta própria.

Ficou muito contente com sua inovação que tirou algum tempo para observar suas criações e relaxar.

O tempo foi passando, passando… Decidiu trabalhar num Pequeno Projeto (Planeta) específico. Escolheu aquele que mais lhe agradava, bem, na verdade, era o centésimo quadragésimo sexto que mais lhe agradava.

Nomeou-o Terra (sem nenhuma razão aparente… acredito que esse era o primeiro sinal do surgimento da intuição de Deus). Sentara próximo ao pequenino Planeta (a Terra) e mergulhara no projeto: Criar um ser pensante.

Trabalhara dois meses, em Sua contagem de tempo. O resultado fora um Ser com olhos na frente e atrás, cinco braços, três pernas, uma orelha, três bocas e vários orifícios espalhados pelo corpo e não tinha cabeça. Foi um fracasso. O Ser pensava, mas não tinha equilíbrio para ficar em pé, nem para realizar atividades simples de absorção de Fórmulas de Reforço (alimentos). Precisaria simplificar o design do Ser e sofisticar sua capacidade “pensatória”.

Simplificara o design, complicara as fórmulas para elaborar a capacidade de raciocínio do Ser, para pensar por si próprio. Demorara UM ANO INTEIRO, na Sua contagem de tempo, para criá-lo. E por isso chamou-o de Ser Hum-Ano. Mais tarde resolveu abolir o hífen do nome do Ser, porque era muito chato ficar escrevendo aquele “tracinho” bobo. Chamando-o, então, de Ser HUMANO.

Fora o Ser mais complexo que conseguira criar, tivera que utilizar quase toda a matemática existente e ainda inventar algumas outras. Foram inúmeros logaritmos, derivadas, matrizes, inequações (para realizar imperfeições propositais), funções de segundo, terceiro, quarto, até décimo grau! Utilizou também a matemática “discreta”, vários teoremas, geometria diferencial, trigonometria e muitos outros tipos de cálculos que não consigo entender e por isso não direi nada, afinal, se EU, que sou PROFESSOR DE MATEMÁTICA aqui na Terra, não entendi, que dirá VOCÊ!

Resumindo, pra finalizar, hoje Deus vive a “brincar” com nossas míseras vidas. Divertindo-se com nossas escolhas, nossas idiotices, nossas crendices e tudo o mais. (pra isso Ele inventou Causa e Efeito, Teoria do Caos, Lei de Murphy e por aí vai).

Estamos entretendo-o até que Ele canse de nós e invente outra coisa para passar o tempo.

Ultimamente Ele tem feito outros Seres Vivos e colocado-os para voar ao redor da Terra e às vezes até pousar, divertindo-se com nossa surpresa em ver seres extraterrestres. Outra PALHAÇADA que Ele anda fazendo é deixar que as imperfeições no Planeta que ELE fez fiquem a nos matar aos milhares! Ou você acha que os vulcões em erupção, os maremotos e tsunamis, além das doenças e pragas são resultados concretos de fórmulas matemáticas bem estruturadas? Deixa de ser besta! Tem um monte de falhas nesses cálculos que Ele fez. Eu mesmo já revisei alguns e, pelo amor DELE! Será que ELE não podia ter ESTUDADO MAIS?

Creio que as crianças de hoje em dia não gostam de matemática porque ELE não estudou TUDO o que tinha que estudar! Agora elas usam isto como desculpa: “Ah Prôfi, nem Deus conseguiu aprender direito essa “coisa” aí, QUEM SOU EU para tentar?”

Daí você me pergunta: “Onde esse mundo vai parar?”, e eu digo: Vai parar num ERRO nessa MERDA de Equação Universal que vai acabar sendo encolhida, simplificando-se naturalmente até ficar do tamanho de uma AMEBA e então irá explodir novamente. Acabando com tudo o que existe hoje, até com Deus. E então nesse momento, espero que a próxima “CRIATURA” que for a primeira a existir, tenha a CONSCIÊNCIA de que o ESTUDO é fundamental para fazer as “coisas” funcionarem PERFEITAMENTE! Tchau!

Hum-Ano Indignado é Professor de Matemática da USP e um dos poucos Seres humanos que se aventuram, neste ano de 2158, a continuar estudando e ENSINANDO a Matemática.

_______________________________________________

Quem quiser baixar o texto em PDF para ler depois, clique aqui.

Um abraço!

A primeira aparição da espécie “Smiley” aconteceu em 1963, na mente de Harvey Ball. Este criativo ser humano, recebera uma solicitação de um empresário que desenvolvesse algo para melhorar a moral de seus empregados (empregados do empresário, não do Harvey).

Assim ele projetou, para fora de sua mente, um simpático e alegre “Smiley” num bóton que foi distribuído à todos os empregados desta companhia em Worcester, MA - USA (Esta cidade fica no estado norte-americano de Massachusets).

Com o tempo, o “Smiley Original” foi sendo utilizado por outras empresas até o advento da Internet e o Smiley Original conquistar espaço no mundo virtual.

E foi neste mundo virtual que começaram a surgir outros da espécie “Smiley”, cada um com suas diferenças, mas sempre mantendo suas “peles amarelas”.

A espécie se multiplicou muito. Hoje sou da 10ª Geração de Smileys. A partir da minha geração, todos começaram a receber nomes derivados do nome original da espécie.

Meu nome? Smaily!

Fonte: Sorria.com.br

Olha que bacana! Um gif (extensão de arquivo de animação e imagem para internet) do jogo pokémon (do Game Boy) em uma versão “Candidatos à Presidência dos Estados Unidos”:

Para quem não entende inglês, segue abaixo uma tradução livre feita por mim (as frases estãp na sequência em que aparecem na animação):

Você encontrou McCAIN!

“Quem você escolhe?”

“HILLARY usa EXPERIÊNCIA!”

“Mas não é muito eficaz…”

“McCAIN usa EXPERIÊNCIA!”

“HILLARY usa VÍTIMA!”

HILLARY é ferida pela reação violenta!”

“McCAIN usa PRISIONEIRO DE GUERRA!”

“É super eficaz!”

“HILLARY! Isso é tudo!”

“Trocar HILLARY por BARACK.”

“McCAIN usa EXPERIÊNCIA!”

“É super eficaz!”

“BARACK usa ARRECADAÇÃO DE FUNDOS!”

“BARACK obtém ajuda de pequenas doações!”

“McCAIN usa RALLY THE BASES” (este eu não entendi o que é, SORRY!)

“Mas falha…”

“BARACK usa ESPERANÇA!”

“McCAIN está ficando confuso…”

“McCAIN está CONFUSO!”

“Ele se machuca com sua confusão.”

“BARACK usa MUDAR!”

“BARACK derrotou McCAIN!”

“Espere. BARACK está evoluindo!”

“BARACK evoluiu para PRESIDENTE!”

_______________________

Vai Barachuuuuuuuuuuuuu!” UAHUHAHAHUAHUHAUHUA

Torço pelo Barack Obama, talvez ele consiga fazer o país melhorar e parar de fazer guerras pelo mundo afora.

Um Abraço!

Fonte: Super Youkai Warhead

… Sem recorrer à violência, guerras, exércitos e etc.

Estava eu, pensando em como vou ensinar xadrez à minha filha (que ainda vai nascer) e acabei tendo esta idéia. Ensinar xadrez de forma que também seja ensinado respeito e a palavra mágica “por favor”.

Segue abaixo:

____________________________

Método para Ensinar Crianças a Jogar Xadrez

(sem recorrer às analogias de combate/guerra)

Por Smaily Prado

Nomenclatura:

Cada exército do xadrez se torna uma “família”.

O Rei de cada “família” se torna o “Pai” da família.

A Rainha é a “mãe”. Os Bispos e Cavalos são os “Tios”.

As Torres são os “avós” e os peões se tornam as crianças.

Explique da seguinte maneira:

Os Pais de cada família (o Pai Preto e o Pai Branco) são ótimos contadores de história, tanto que a outra família fica curiosa para ouvir as histórias do Pai da família do outro lado do tabuleiro.

As famílias não gostam que outras famílias ouçam as histórias que seus Pais contam, portanto, tentem impedir qualquer um que seja de outra família a chegar perto do Pai.

O Pai, por sua vez, só irá contar suas histórias para pessoas de outra família se eles fizerem uma roda em volta dele de forma que ele não tenha como sair do lugar e resolva contar histórias (xeque) e tomar mate (xeque-mate).

Com relação a “comer” uma peça, ou mesmo “matá-la” isto se tornará uma questão de gentileza. Quando peças de famílias diferentes “encontram-se” ou “enxergam-se” (veja a explicação disto logo abaixo) um membro da família pode pedir que, por gentileza, pedindo licença, para que aquela peça se retire e ela possa ficar em seu lugar.

As peças tem olhos diferentes:

(sobre como as peças são “comidas” e suas movimentações)

As peças só poderão pedir às peças da outra família para se retirarem, se elas conseguirem “enxergar” a outra peça.

Seus movimentos também serão determinados por sua capacidade visual.

Como funciona:

Os “filhos” (Peões) tem 2 olhos diagonais apenas para frente (pois só comem nas diagonais).

Os “Tios” (Bispos) tem 2 olhos diagonais frontais e 2 olhos diagonais traseiros (pois andam nas diagonais para frente e para trás).

Os “Tios” (Cavalos) tem 2 olhos estranhos, saltados como minhocas e que fazem uma curva no formato da letra “L”.

A “Mãe” (Rainha) tem muitos olhos ao redor da cabeça inteira. Todos os seus olhos são BEM GRANDES (para enxergar bem longe). Assim ela consegue andar para qualquer lado e como seus olhos são grandes ela consegue enxergar bem longe, podendo andar para bem longe e para qualquer direção.

O “Pai” (Rei) também tem muitos olhos ao redor da cabeça, mas todos os seus olhos são BEM PEQUENOS. Com isso ele pode andar para qualquer direção, mas apenas 1 quadradinho, porque não enxerga muito bem.

_________________________________

Se eu esqueci de alguma coisa ou você tiver alguma idéia para complementar esta ou mesmo uma dúvida sobre o método é só comentar!

PS.: Este método ainda não foi testado. Provavelmente eu só o testarei quando a Mariana (minha filha) já estiver com idade suficiente para aprender xadrez (o que deve demorar alguns anos). Então deixo aberto para quem quiser testar a técnica e depois voltar aqui para dizer se funcionou ou não.

Um Abraço!

Livro: Slider…

Pessoal, decidi não postar mais nenhuma parte da história Slider, pois ela virará livro! Em breve. Já tenho 50 páginas de história, já em formato livro.

Então farei de tudo para que ano que vem (2009) vocês já possam adquirir o seu exemplar de Slider numa livraria perto de você.

Obrigado a todos que leram e espero que aguardem o livro!

Um abraço!

Estou participando da Promoção do Reino Proibido (The Forbidden Kingdom) para ganhar um Nintendo Wii, promovida pelo Cinemark.

Acertei as 5 perguntas e olha a resposta que dei para a pergunta: “O que você faria se tivesse um cajado mágico?

“Primeiro, participaria das olimpíadas quebrando todos os recordes de salto com vara, deixando o recorde impossível de ser alcançado por qualquer um com um simples bastão. Colocando, assim, a mim e o Brasil para sempre na história das olimpíadas.

Depois, voltaria vitorioso e me tornaria um protetor da minha cidade. Um vigilante da justiça, prezando pelo bem de todos, conhecidos e desconhecidos. Usaria uma roupa vermelha e amarela com uma máscara de macaco. E seria conhecido como o Homem-Macaco ou Monkey-man!

E nas horas vagas, quando os criminosos estivessem dormindo ou presos, eu estaria jogando Wii com meus amigos!”

O resultado sai dia 19 de setembro de 2008.

Já ganhei! Esse Wii é meu!

Um Abraço!

Dica de leitura agradável:

Este final de semana, estava eu e minha esposa no Shopping a passear na livraria, olhando os livros, quando peguei este livro, chamado “O Homem dos Sonhos“, em mãos. Virei-o para ler a sinopse atrás do mesmo. Foi aí que percebi estar diante de uma idéia bem original! E ainda escrito por uma brasileira!

Devorei o livro em dois dias (mais ou menos, não lembro bem).

Conta a história de um homem sem nome, apenas chamado de F#23107, o figurante 23107. Figurante, mas e daí? Daí que ele é figurante dos sonhos das pessoas! Isso é que é original! Ele passa de sonho em sonho, sendo o figurante e observando os acontecimentos até começar a querer fazer algo diferente, não ser mais figurante.

É muito bacana o livro. Cada capítulo é um sonho diferente de uma pessoa diferente.

Não leia pensando em ação, aventura e tal. É mais como curioso e intrigante.

Abaixo seguem os dados do livro:

O Homem dos Sonhos. Tatiana Maciel. Editora Agir. Cento e poucas páginas de leitura rápida e fácil.

PS.: Repare na formatação do Capítulo Sonhos Siameses, muito bem pensada!

Um Abraço!

Mais uma parte de Slider!

Abaixo os links para as outras partes de Slider:

Slider (parte 3)

Slider (parte 2)

Slider (parte 1)

_________________________________________

Percebera, no final do faixo de luz, algo parecido com um pé, com uma perna, mas não uma perna comum, de tamanho normal, de gente. Era uma perna gosmenta, nojenta, e gigantesca! Suas pernas tremeram. Devagar, foi levantando o faixo da lanterna, com medo do que veria. Aquela coisa parecia não ter fim. Pernas, coxas, cintura e subindo, abdômen, braço, peito, pescoço… cabeça. A criatura era colossal! A luz da lanterna atingiu os olhos da criatura, que sentido-se incomodada, fez uma pose ameaçadora, abrindo os braços com força e flexionando os joelhos, soltou um rugido ensurdecedor, como o rugido de um dinossauro, só que muito mais alto e muito mais real.

A criatura aproximava-se a passos largos. O que faria? Enfrentar ou fugir? Fugir como? Para onde? Enfrentá-la? Com o quê? Como? Parou um segundo com suas indagações. “Não vou fugir”, afirmou para si mesmo. Quero e vou me tornar um super-herói e para isso, tenho que enfrentar os monstros. Vou enfrentá-lo. E vou vencer!

Lembrou do seriado dos Changeman, que sempre acompanhava nas manhãs de segunda à sexta. Havia um robô gigante que os heróis usavam para derrotar seus inimigos, também gigantes. Era isto que queria nesse momento. Robô gigante, robô gigante, robô gigante, robô gigante… E lá estava ele. Ivo dentro de um robô gigante. Seu robô gigante, ao invés de parecer com o robô do seriado, ficara mais parecido com Optimus Prime, líder dos Transformers Autobots. Os olhos do robô enxergavam naquele escuro.

A criatura veio com tudo e o derrubou no chão. Antes que conseguisse fazer o robô gigante levantar, a criatura pulou para cima. Ivo ergueu a perna direita do robô e chutou o estômago da criatura, que caiu para trás contraindo o abdômen de dor. Colocou o robô em pé novamente. A criatura já estava se recompondo. O robô, a comando de Ivo, segurou a criatura pelo pescoço com a mão esquerda. A mão direita já estava de punho cerrado tomando impulso para desferir um golpe na cara da criatura. Um, dois, três golpes. O monstro já estava molenga. Ivo ficou com pena daquela criatura e soltou seu pescoço. Ela desmoronou, criando um terremoto ao chegar ao chão.

Acordou. Abriu seus olhos. Estava em casa. Havia sido um sonho? Mas parecia tão real. Levantou-se e foi para a cozinha comer um pão com manteiga, presunto e queijo. Pegou um pouco de refrigerante, já que sua mãe não estava em casa, pois ela nunca o deixava tomar “refri” logo pela manhã. Sentou-se no sofá da sala e ligou a TV com o controle remoto. “Qualquer coisa news” era o que estava passando. Deu uma mordida em seu pão, um gole no refri. Olhava para a TV como se olhasse para o nada, ainda pensando sobre o sonho, quando uma palavra pronunciada pelo repórter chamou-lhe a atenção: TERREMOTO. Aumentou rapidamente o volume da televisão e com olhos arregalados acompanhou a notícia. Falavam de um terremoto de 6,7 graus na Escala Richter, que havia acontecido no México a poucas horas, na madrugada. Graças a Deus ninguém havia morrido. Mas, por Deus, o monstro derrotado em seu sonho havia feito um terremoto quando caiu! Caramba! Não foi sonho! Foi real, de alguma maneira estranha e ainda teve repercussões no mundo físico!

—————————————–

Em breve: Slider (parte 5).

Um abraço!

Felipe, você pediu e aqui está a continuação da história Slider!

E para quem ainda não leu, abaixo estão os links para as partes anteriores:

Slider (parte 2)

Slider (parte 1)

—————————————–

Enquanto as criaturas aproximavam-se, Caio sentia um odor podre de esgoto, fezes, urina, vômito e sangue, num misto entorpecedor que o estava deixando tonto, cambaleante. Percebera que aquelas criaturas com mais de três metros de altura, eram compostas justamente da podridão da qual sentia o odor.

Sua visão começara a embaçar, não sentia mais seus braços e pernas.

De súbito, uma luz enorme rasga a escuridão, cegando Caio por alguns segundos. Ele força a visão, em vão, pois nada consegue enxergar além de borrões e uma espiral de luminosidade se movimentando rapidamente de um lado a outro. Alguns segundos depois a luz vem em sua direção. Todo seu corpo está agora entorpecido pelo odor das criaturas e sua visão se apaga. Escuridão. Silêncio. Caio desaba inconsciente.

15 anos antes…

Ivo podia materializar qualquer coisa.

Aos dez anos, “devorava” quadrinhos, mangás, livros de ficção e fantasia. Desde dos sete anos, conseguia mergulhar de cabeça nas histórias contadas por seu pai antes de dormir. Sempre sentia-se o herói da história. Quando assistia a filmes, entrava tanto no clima do filme que sofria junto com o personagem, chorava ou ria junto.

Assim, a capacidade imaginativa de Ivo crescia cada vez que lia um livro ou uma revista em quadrinhos, até que, aos doze anos, queira tanto uma bicicleta que ela surgiu à sua frente. Aquilo o deixou tão feliz e surpreso que pedalou em sua nova bicicleta o dia todo. Escondeu a bicicleta atrás de algumas sucatas que seu pai guardava no fundo do quintal, afinal, como iria explicar que a bicicleta havia, simplesmente, aparecido em sua frente. À noite, deitado em sua cama, pensando, chegou à conclusão de que talvez tenha sido ele mesmo quem fez surgir aquela bicicleta, pois a queria com tamanha intensidade que ela extrapolou os limites de sua mente e se tornou real.

Nesta noite, Ivo dormia um sono tranqüilo, maravilhado com seu super-poder, quando se viu num lugar escuro e sombrio, mas não era uma escuridão qualquer, era uma escuridão tão densa, que não enxergava a um palmo à frente de seu nariz. Estava ficando assustado quando lembrou do seu super-poder e começou a desejar com bastante intensidade uma lanterna. Alguns segundos pensando na lanterna, uma grande, prateada, daquelas que vão umas cinco pilhas grandes, e ela apareceu em sua mão. Ligou a lanterna. Seu faixo de luz alcançava apenas alguns metros à frente, mas era melhor que nada. Não havia nada à frente, não até onde podia ver. Virou-se para a esquerda, direcionando o faixo da lanterna para o mesmo lado. Nada. À direita, nada. Só faltava olhar para trás. Decidiu que, se não houvesse nada, começaria a andar até encontrar alguma coisa ou uma saída daquele lugar.

Seu corpo virou para trás. A mão que segurava a lanterna chegou alguns segundos depois e com a iluminação do local, agora à sua frente, chegou uma estranha sensação de medo e tontura. Um medo que gelou-lhe a espinha. Só agora sentia um odor insuportável de fezes, vômito e muitas outras coisas que seu nariz nunca sentira antes e, portanto, seu cérebro não tinha sinapses para lhe informar do que era aquele odor. Imaginou uma máscara de oxigênio em seu rosto. Alguns segundos e lá estava ela. Ivo mascarado. Máscara de oxigênio. Talvez fosse uma máscara legal de se utilizar como forma de esconder sua verdadeira identidade, agora que seria um super-herói, pensou. O odor podre já não o incomodava mais. Outra coisa o incomodava agora.

______________________________________

Continue lendo: Slider (parte 4)

Um abraço!

Postagens Antigas »