Olha que coisa! Ontem escrevi uma análise sobre o ditado “Em terra de cego, quem tem um olho é rei“.
Hoje foi publicada no Omelete uma notícia sobre um filme chamado Blindness (adaptação do livro de José Saramago, Ensaio sobre a Cegueira, e dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles).
Olha que interessante:
No livro há uma epidemia de cegueira numa cidade não identificada e mostra a ruína da civilização por causa da cegueira e apenas uma mulher, médica, não é afetada (Semelhanças com “Eu Sou a Lenda” devem ser “meras coincidências”…).
Bom, a história deste livro vem se opor ao meu raciocínio com relação ao ditado popular anteriormente citado, porque pelo que podemos ver na capa do livro, em cenas do filme e no resumo do livro na wikipédia, a médica que não é afetada pela cegueira se torna a “guia” (ou o rei do ditado popular) de um grupo de recém-cegos.
Será que o autor se inspirou no ditado popular?
Mas não estou totalmente errado, porque no futuro esta sociedade que foi afetada pela cegueira súbita se adaptará para continuar sobrevivendo e então o ditado não será mais válido.
Nova conclusão sobre o ditado popular: Ele é válido até certo ponto. É válido em alguns casos, em outros não. Afinal, (como eu havia me esquecido) tudo é relativo!
Um Abraço!

Nada disso, cara… seu pensamento sobre “Em terra de cego quem tem um olho é rei” estar errado é valido… o négócio é que a mulher do filme tem ios dois olhos… HAUhuaHUAh
UHAUHUAUHAUHAUHUAH
Não tinha pensado nisso!
Valeu Marcell!
O “hômi” gostou
Caracas, o “hômi”, como você disse, até chorou!
Também só posso imaginar como é ver um trabalho árdua que é escrever um livro sendo retratado na telona! Já deve ser uma satisfação e uma euforia enorme terminar de escrever uma obra que dirá vê-la transportada para o real sendo tornada realidade por atores, cenários reias e tudo o mais.
Quem sabe um dia chegamos lá em Antonio!?
Um Abraço!
É verdade. Mas acho que essa civilização, pelo menos no caso do livro, caminhava rumo à extinção. Veja por aquelas pessoas que morreram e apodreceram no porão do supermercado, pelas outras na igreja, por aquela velha que comia carne de galinha crua.
A morte era só uma questão de tempo como médico tantas vezes disse. Uma epidemia de qualquer doença mataria a todos antes que o ditado pudesse ser mudado.
Outra coisa: a mulher do médico não era médica.
Legal que os personagens não têm nome. Cara, Saramago é o melhor!