
Uma aflição tomava-lhe conta. Agora corria na chuva que cessava. Procurava desesperadamente um espelho. Entrou na primeira loja de roupas que encontrou, atravessou o salão, desviando dos cabideiros de roupas, molhando todo o caminho. Procurava os provadores. Lateral esquerda.
Alcançou a cortina azul de um dos provadores. Aquele tecido azul separava-o da realidade sobre si mesmo. A aflição transformara-se em medo, o medo em tremor. Suas mãos estavam trêmulas. Suas pernas bambas. Abriria de uma só vez.
Agarrou a cortina e com toda força puxou-a. As argolas que a sustentavam romperam-se, deixando a cortina descer lentamente em direção ao piso.
Vagarosamente o espelho em sua frente era descontinado. E o que viu em torno de si, deixou-o desconcertado.
Cubosfera. Ele também era cubo e esfera simultaneamente.
Lembrou-se do rapaz atropelado. Agora, assim como o rapaz, seu fim estava próximo. Seu “mundo” cúbico (de vida), físico, certo, linear, temporal, aproximava-se do “mundo” esférico (de morte), espiritual, não-físico, incerto, não linear, infinito.
O que faria agora?
Aguardaria seu fim iminente ou lutaria com todas as forças para viver?
FIM… SERÁ?
Acho que eu meio que previ o final…. xD
Mas não achei que o final era aí, da pra entender?
A trama é muito legal, só que achei que quando ele visse que tava com quadrado e bolinha o letreiro da loja ia cair na cabeça dele.
AUHuaHuaHUaHUAhuAHUAHuAH
Se fosse esse o final ia ficar meio “Premonição”!
Acho que não ia ficar legal
auhuHAUhuahuhauha
Coloquei o “Será?” porque pode ser que eu faça uma continuação, mas ainda estou pensando.
PS.: vc foi meio paranormal, pra adivinhar o final, ou minha história é que foi muito previsível! hehehe
Previsível….
Te falo sempre amoro….tem q regaçar no final das histórias! Vc num acredita!